quinta-feira, 3 de setembro de 2009

E cá está...um pouco da nossa história!

Depois de ler um comentário deixado por uma querida seguidora, preocupada com a a história da nossa freguesia, decidimos investigar um pouco. Aqui fica o resultado do nosso pequeno estudo:

Esta freguesia tornou-se conhecida tornou-se conhecida pelo facto de ter sido a sede de um concelho constituída não pela própria freguesia, mas ainda pelas de Santa Maria de Turiz e S. Julião da Lage. Esse concelho era o de Larim, designação que lhe veio do lugar principal da sua sede, o mais antigo historicamente, pois, já se encontrava citado com o nome de Lalim no testamento que em 959 a Condessa Mumadona fez a favor do Mosteiro de Guimarães, e entre as vilas doadas figura a de Lalim. Este concelho conheceu diversos donatários, dos quais se destacam Pedro Soares de Belmir que exerceu entre o século XI e XII a função de maiorino Portucalense e de Afonso Rpdrigues de Magalhães homem poderoso do condado. Em 1372 a Casa de Bragança exerceu poder sobre o concelho de Larim.
Em 24 de Outubro de 1855 o concelho de Larim encontrava-se unido ao de Vila Chã, formando o concelho de Vila Chã e Larim, com sede em S. Paio de Vila Verde.
Actualmente a freguesia de Soutelo conte com inumeros edifícios de elevado valor histórico, que todos os soutelenses se devem orgulhar, como é o Caso da Igreja Paroquial de Soutelo do século XVIII, que se ficou a dever em grande parte ao abade Leite Fragoas que igualmente mandou construir as estátuas que circundam a igreja, e foi o fundador do primeiro Santuário da Senhora do Alívio. A Casa da Torre também do século XVIII, integrada no noviciado da Companhia de Jesus é um edifício de elevado valor religioso e histórico. De referir ainda a importância do Cruzeiro dos Evangelistas do Século XVIII e da Capela do Senhor dos Passos com a sua fabulosa talha do Séc. XVII.

Entendemos que, compreender o passado ajudar-nos-á a construir um futuro melhor para Soutelo. Talvez por isso, esta equipa partilhe com os soutelenses esta preocupação pelo nosso passado (glorioso), para não perder e essência daquilo que fomos e que ainda podemos voltar a ser.

Se acreditarmos, conseguimos!

Sim, nós podemos mudar!